chegamos em belém umas 6:30 da manhã. eu peguei um taxi para a compania oliveira de navegação para buscar meu carro. cheguei lá não tinha ninguém que pudesse receber meu cheque, era cêdo. esperei. depois descobri que não podia pagar em cheque, mas não tinha 400 reais na mão. pedi para fazerem uma exceção, pois era domingo, eu não conhecia a cidade, não tinha como achar um banco, etc. nada. a gerente desligou o telefone na minha cara. isso já umas 8:30. enteri no carro, liguei, saí da vaga apertada, arranhei as costas do retrovisor de outro carro estacionado (uns 2 cm quase invisíveis) e botei o carro em frente ao portão da empresa bloqueando a passagem. ou me deixavam sair para pegar o dinheiro no banco, ou ninguém entrava ou saia. resumindo, veio a polícia, quase me rebocaram, mas a polícia me deu razão, e a gerente autorizou que um funcionário me levasse ao banco, e, depois de tudo pago e resolvido fui ao aeroporto ver preços de passagem. não vale a pena levar o carro para macapá. as empresas são uma máfia e cobram uma fortuna ridícula. para passar 10 dias, nem pensar. alugo um carro lá. vai ser um corte na minha rotina da tracajá, mas é necessário. papai me aguarda amanhã em macapá. vamos nos encontrar no hotel macapá. estou na casa de janete, amiga do ruy, uma pessoa maravilhoso, que tem duas filhas lindas e adolescentes. fico com saudades dos meus adolescentes.