a manhã foi uma correria. primeiro corrigir dois erros encontrados no texto da qualificação. depois tentar fazer as cópias. missão abortada. ninguém conseguia fazer essas cópias até o meio dia. tinha que ser esse o prazo, pois depois tinha que deixar o carro na balsa e me arrumar para o embarque. desisti, rodei, rodei, me irritei e suei muito. os únicos que podiam fazer estavam explorando no preço, eu não posso perder o controle do orçamento senão dança tudo. fui deixar o carro no local indicado, um tal de passarão. cheguei lá, eles queriam receber o carro sem qualquer tipo de contrato, seguro, garantia, o que fosse. desconfiei logo, óbvio. peguei um número de telefone com a recepcionista para ligar para outra empresa. o número estava errado. aí liguei para informações e pedi o número da agência portuária. consegui a confirmação de que o tal do passarão fazia um transporte ilegal, saíndo de porto não reconhecido pelas agências do governo. peguei indicação de outra compania, agora oficial. cheguei lá e descobri que o esquema não é muito diferente. não tem contrato, não tem seguro, mas a compania faz uma vistoria no veículo, ou carga, e te entrega um formulário assinado pelo funcionário, atestando as condições do veículo. o resto é rezar muito. tudo pelo preço modesto de 550 reais. vou pagar em manaus. largado o carro, fiz compras para comer na viagem e fui almoçar super atrasada. daí foi só despedida. tomei um último açaí rondonense e fui de taxi com a lady para o porto. marcada para as seis, a saída do motor foi às oito, culpa das batatas.