aproveitei a manhã para terminar as paginas que vou botar no ar hoje a noite. lá pelas 10:30 saí para pegar o carro, deixar no correio os cinco cadernos da qualificação e depois almoçar com o manuel. cheguei num correio bem rápido, agência central, grande, e dois caixas atendendo. meia hora de fila e rodei a baiana, chamei gerente, reclamei meus direitos e consegui abrir mais um caixa. é incrível como as pessoas se resignam com a falta de respeito no atendimento ao cidadão que paga por esses serviços. a gente tem que se estressar, se alterar, baixar o nível e aí, como num passe de mágica o problema começa a ser resolvido. finalmente atendida, fiz o cheque de quarenta e dois reais, e não podiam receber porque era de outra praça. chama o gerente de novo, eu rodo de novo a baiana, que é um absurdo uma agência do governo não aceitar um cheque especial de uma servidora pública, de universidade federal, só porque é de outra praça. alegação: cheque não é dinheiro. argumentação: por acaso cheque da praça é dinheiro? o gerente autorizou o pagamento mas eu já estava super atrasada para o compromisso de almoço. em fim, acabei encontrando o tal restaurante com mais de uma hora de atraso e o santo do manuel ainda esperava. aliás, grande figura, que está implantando o projeto, melhor dizendo oficializando numa ong, adote uma árvore no amazonas. depois do almoço fui conhecer melhor o projeto e depois fui dar uma volta e conhecer ponta negra, a barra da tijuca de manaus. o dia terminou com uma breve excursão pelo centro atrás de uma agência do banco do brasil e duas horas de internet colocando as novas páginas no ar.