comecei o dia visitando o museu histórico municipal de guajará-mirim.
ao chegar encontrei o sr. claudio,
fundador e administrador do museu há 22 anos, e sua assistente e
recepcionista leila alves pontes. dei de cara com a tal tartaruga
estranha que ninguém soube me explicar o que era no parque ecológico
de porto velho. bem, seu claudio me explicou que é muito comum na
região, vive em águas paradas e é carnívora! come peixes. o museu reúne
documentos históricos, animais empalhados, insetos, répteis e amostras
de artesanato e cultura material indígena da região. um mapa de 1775
me impressionou muito pelo detalhamento das regiões no aspecto geográfico.
todos os rios e igarapés tem nomes e comparando com meu mapa de 2001
é impressionante a acuidade das informações. depois fui à funai e conheci o
administrador regional dídimo graciliano de oliveira. conversamos
muito sobre a questão da educação indígena e fiquei impressionada
com a qualidade do trabalho desenvolvido por essa equipe. maria do
socorro cruz, assistente social, me deu informações gerais como:
são 3058 índios na região de guajará-mirim e nova mamoré; 23 aldeias;
10 postos indígenas; e 14 nações. são elas: pacaas novos, canoé, uru eo wau wau
macurap, surui, jaboti, tupari, wajuru, cujubim, massaca, mutum,
aruá, aricapu, e ajuru. resolvi almoçar na bolívia, é logo alí! bem, este é
outro capítulo, então, quem quiser visitar guayaramerin entre aqui
.